Notícias / Publicações

Veja aqui um clipping dos seguintes jornais online:

  • Valor Econômico

Secretaria do Rio recusa pedido de encampação da ViaLagos, diz CCR

A CCR comunicou ao mercado que a Secretaria de Estado de Transportes do Rio de Janeiro se manifestou contrária a um pedido de encampação da Rodovia RJ-124, sob concessão da CCR por meio da ViaLagos. O pedido foi aprovado em sessão da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) no último dia 22. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Corrida de IPOs tem 13 desistências no ano e 52 ofertas na fila

Volume de recursos movimentado em 2020 já é recorde e soma mais de R$ 94 bilhões Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Lula vira réu pela 4ª vez acusado de lavagem de dinheiro; Palocci também é acusado

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) virou réu pela quarta vez na Operação Lava Jato no Paraná. O juiz Luiz Antonio Bonat recebeu hoje a denúncia do MPF (Ministério Público Federal) contra o petista e mais três pessoas por lavagem de dinheiro na Petrobras. Segundo o documento, Lula era "comandante e principal beneficiário do esquema de corrupção que também favorecia as empreiteiras cartelizadas", como a Odebrecht. O ex-ministro Antonio Palocci e Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, também são réus no processo. A ação afirma que Lula "teria dado aval para que importantes diretores da Petrobras fossem nomeados para atender aos interesses de arrecadação de propinas em favor dele próprio e de outros integrantes do PT, PP e PMDB, com o envolvimento de outros funcionários públicos de elevado status na administração pública". Entre os mencionados estão os ex-ministros José Dirceu, da Casa Civil, e Palocci, da Fazenda. Segundo o MPF, ele teria atuado na arrecadação e no gerenciamento de propina para o PT. Ao UOL, a defesa do ex-presidente disse que a ação é "mais um ato de perseguição contra o ex-presidente Lula porque aceitou processar mais uma ação penal descabida". "A mesma decisão desconsidera que Lula já foi definitivamente absolvido pela Justiça Federal de Brasília da absurda acusação de integrar uma organização criminosa, assim como desconsidera decisão do Supremo Tribunal Federal que retirou da Justiça Federal de Curitiba a competência para analisar o assunto", afirmou o advogado Cristiano Zanin Martins. A reportagem procurou a defesa dos outros réus citados na ação, mas não teve resposta até a publicação deste texto.

Ibope-São Luís: Braide tem 44%; Duarte Júnior, 19%, e Neto Evangelista, 14%

Braide também venceria nas duas simulações feitas para o segundo turno O deputado federal Eduardo Braide (Podemos) lidera a disputa pela Prefeitura de São Luís com 44% das intenções de voto, de acordo com pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira. Na sequência, aparecem os deputados estaduais Duarte Júnior (Republicanos), com 19% e Neto Evangelista (DEM), 14%. Os dois candidatos estão empatados tecnicamente no limite da margem de erro da pesquisa, de três pontos percentuais, para mais ou para menos. Do mesmo partido do governador do Estado, Flávio Dino, o candidato Rubens Júnior (PCdoB) tem 6%. Bira do Pindaré (PSB) registrou 3%, seguido por Jeisael Marx (Rede), com 2%. Os candidatos Hertz Dias (PSTU), Professor Franklin (PSOL) e Yglésio Moyses (PROS) têm 1% cada. Votos em branco e nulo somam 5% e eleitores que não responderam, 4%. Segundo turno O Ibope simulou dois cenários para um eventual segundo turno na capital maranhense. Braide venceria nas duas simulações. Na disputa com Duarte Júnior, o líder na pesquisa ganharia por 54% a 31%. Se o adversário fosse Neto Evangelista, a diferença seria maior, e Braide ganharia por 55% a 28%. A pesquisa, encomendada pela TV Mirante, foi realizada entre os dias 21 e 23 de outubro com 805 eleitores de São Luís e está registrada na Justiça Eleitoral sob o protocolo MA-05018/2020. O nível de confiança utilizado é de 95%.

Ronaldo Cezar Coelho reduz a 19,82% participação na Energisa


De acordo com o último formulário de referência da companhia, divulgado em 21 de agosto, Coelho detinha 20,61% de participação acionária A Energisa comunicou ao mercado que o empresário Ronaldo Cezar Coelho reduziu a 19,82% de participação acionária direta e indireta na companhia por meio de seu veículo de investimento Samambaia Master Fundo de Investimentos, com pouco mais de 71,9 milhões de units. De acordo com o último formulário de referência da companhia, divulgado em 21 de agosto, Coelho detinha 20,61% de participação acionária. Ainda segundo o comunicado, a participação acionária tem fins estritamente de investimento e não tem o objetivo de alterar o controle acionário da companhia. Cezar Coelho Luciana Whitaker/Valor

Ibope: Alfredo Gaspar e JHC estão empatados com 24% em Maceió

A disputa pela Prefeitura de Maceió segue acirrada entre os candidatos Alfredo Gaspar (MDB) e JHC (PSB), empatados com 24% das intenções de voto cada, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta sexta. Desde o início da propaganda eleitoral, no dia 9, os dois candidatos oscilaram dentro da margem de erro da pesquisa, de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos. Em relação ao levantamento anterior, divulgado há duas semanas, Alfredo Gaspar de Mendonça foi de 26% para 24% e JHC, de 25% para 24%. Em terceiro lugar está Davi Davino Filho (Progressistas), que cresceu de 5% para 15%. Na sequência aparecem Cícero Almeida (DC), que passou de 10% para 6% em duas semanas. Valéria Correia (PSOL), oscilou de 2% para 3% e os candidatos Josan Leite (Patriota) e Ricardo Barbosa (PT) mantiveram os 2% cada registrados na pesquisa anterior. Lenilda Luna (UP), Corintho Campelo (PMN) e Cícero Filho (PCdoB) têm 1% cada um. Votos em branco ou nulo somam 10% e eleitores que não sabem ou não responderam, 11%. Rejeição Ex-prefeito, Cícero Almeida (DC) tem a maior rejeição entre os candidatos, 52%. A pesquisa mostra JHC e Alfredo Gaspar empatados também na rejeição: ambos têm 16%. Na pesquisa espontânea, Alfredo Gaspar tem uma pequena vantagem numérica e aparece com 20%, seguido por JHC, com 17% e por Davi, com 10%. A pesquisa foi encomendada pela TV Gazeta de Alagoas. O Ibope ouviu 504 eleitores da cidade de Maceió entre os dias 21 a 22 de outubro. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o protocolo AL 0075/2020.

B3 notifica Linx de que multa para acionistas em proposta da Stone infringe regras


Conforme o documento, ao qual o Valor teve acesso, a penalidade é “incompatível com os princípios que norteiam o segmento, caracterizando infração ao seu regulamento” A B3 notificou a Linx de que a multa prevista aos acionistas da empresa no caso de não aprovarem a dispensa do ingresso da companhia criada após a incorporação pela Stone no Novo Mercado infringe as regras do segmento. Conforme o documento, ao qual o Valor teve acesso, a penalidade é “incompatível com os princípios que norteiam o segmento, caracterizando infração ao seu regulamento”. O documento, produzido pelas superintendências de listagem e de regulação da B3, diz ainda que os “acionistas das companhias listadas no Novo Mercado, com ou sem acionista controlador, não devem sofrer qualquer tipo de influência que prejudique ou vicie o voto na deliberação de que trata o artigo 46 de seu regulamento”, diz o ofício. A Linx convocou, para dia 17 de novembro, uma assembleia para que seus acionistas opinem sobre a oferta da Stone. A deliberação ocorre em três partes. Primeiro, votam a incorporação das ações da Linx pela Stone; depois a aprovação da dispensa da adesão da companhia que será criada ao Novo Mercado; e, por fim, outra dispensa, dessa vez de realização de oferta pública prevista no estatuto da companhia. Se uma dessas três etapas não for aprovada, a operação não segue adiante. E, no caso disso acontecer, fica configurada a não aprovação do negócio pelos acionistas da Linx, o que dispara uma multa de R$ 112,5 milhões para a companhia. O artigo 46 do regulamento do Novo Mercado diz que em caso de reorganização societária que envolva a transferência da base acionária da companhia, as sociedades resultantes devem pleitear o ingresso no Novo Mercado em até 120 dias. Caso não pretendam fazer o pleito, precisarão da aprovação da maioria dos titulares das ações em circulação da companhia presentes em assembleia. Conforme o ofício, a B3 questionou e pediu esclarecimentos à Linx pela primeira vez em 9 de setembro, cerca de um mês depois de a operação ter sido anunciada. A B3 pedia os motivos que levaram os administradores a entender como regular a instituição de multa em função de não aprovação pelos acionistas da dispensa de adesão ao Novo Mercado. Em resposta, a Linx argumentou que a multa não se refere exclusivamente a esse tema, mas à aprovação da operação como um todo. Também destacou que multas são comuns nesse tipo de operação, além de “lícitas e válidas”. Em seu ofício, a B3 observa que embora operações de incorporação possam trazer multas para resguardar as partes envolvidas, “impor multa sobre a manifestação de vontade do acionistas (que não participou da negociação) de manter a companhia resultante listada no Novo Mercado é prejudicial à plena manifestação de vontade do acionista”. Diz ainda que o tema não se trata de “mero custo de oportunidade, mas de dano iminente indiretamente aos bens dos acionistas, caso não votem nos sentido almejado pelos administradores das companhias objeto de reorganização”. A B3 determina que a companhia divulgue o ofício e adote medidas cabíveis para garantir que seus acionistas deliberem sobre a dispensa de adesão ao Novo Mercado sem que lhes seja imposto qualquer ônus, especialmente a multa prevista. Caso a Linx não cumpra a determinação até 30 de outubro, será caracterizado descumprimento ao estabelecido nas regras do regulamento. Procurada, a Linx informou que prefere não comentar o assunto até que o processo esteja totalmente finalizado. "O mercado e demais interessados serão informados por meio dos comunicados oficiais da empresa.” iStock

Hypera registra lucro de R$ 345,6 milhões no 3º trimestre, alta de 29,3%

Flexibilização das medidas de restrição ajudou a aumentar a venda direta e contribuiu para impulsionar o resultado A Hypera Pharma registrou lucro líquido atribuível aos acionistas de R$ 345,6 milhões no terceiro trimestre, o que representa alta de 29,37% ante os R$ 267,2 milhões registrados no mesmo período do ano passado. A receita líquida avançou 7,9% na comparação anual, para R$ 1,08 bilhão. De acordo com a Hypera, esse é o maior patamar registrado pela companhia desde que ela concentrou suas operações no mercado farmacêutico. O resultado foi impulsionado pelo crescimento de 7,5% na venda direta após a flexibilização das medidas de restrição, “o que levou à recuperação gradual do número de consultas médicas e ao aumento do fluxo de pessoas nos pontos de venda”. O custo de vendas no trimestre foi de R$ 351,69 milhões, queda de 13,67% ante os R$ 407,39 milhões do mesmo período de 2019. As despesas operacionais recuaram 19,46% no período, de R$ 412,97 milhões para R$ 332,59 milhões. O lucro bruto registrado pela Hypera foi de R$ 696,3 milhões, alta de 2,2% ante o terceiro trimestre de 2019, enquanto o lucro antes do resultado financeiro avançou 35,53%, para R$ 363,68 milhões. O Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) das operações continuadas chegou a R$ 393,5 milhões, alta de 32,2% ante o mesmo período de 2019. A margem bruta recuou 3,5 pontos percentuais no comparativo anual, para 64%. Já o resultado financeiro foi negativo em R$ 36,39 milhões, ante os R$ 8,93 milhões positivos do terceiro trimestre de 2019. A companhia afirma que a variação ocorre pelo pagamento de juros em razão da emissão de debêntures para financiar a aquisição das marcas Buscopan e Buscofem, além do portfólio de medicamentos da Takeda. O endividamento líquido da Hypera ao final do trimestre foi de R$ 637,3 milhões, “consequência principalmente do pagamento de R$ 1,3 bilhão pela aquisição do Buscopan e Buscofem”, segundo a farmacêutica.

Diretor financeiro de BB Seguridade renuncia ao cargo

A saída de Erik da Costa Breyer vai se efetivar em 30 de outubro O diretor de finanças, relações com investidores e gestão de participações da BB Seguridade, Erik da Costa Breyer, apresentou hoje renúncia ao cargo. O fato relevante da holding de seguros, previdência e capitalização controlada pelo Banco do Brasil menciona que a saída vai se efetivar em 30 de outubro. A ata da reunião de conselho da Taesa protocolada hoje na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) indica que Breyer vai assumir como diretor financeiro e de RI da companhia e toma posse em 16 de novembro. “Os procedimentos para indicação do substituto já foram iniciados pelo controlador e o nome do novo diretor será anunciado pela BB Seguridade tão logo todos os trâmites sejam concluídos”, afirma o comunicado de BB Seguridade. Breyer entrou na BB Seguridade em março de 2020, vindo do BB. No banco, exerceu o cargo de diretor de mercado de capitais e infraestrutura.

MPF vai reverter à União mais de R$ 230 milhões de duas famílias do Rio

Transações são fruto de acordos de colaboração da Lava-Jato e incluem bens de Dario Messer, considerado "doleiro dos doleiros" O Ministério Público Federal (MPF) vai reverter à União mais de R$ 230 milhões das famílias Messer e Libman, do Rio de Janeiro, informou em nota a Procuradoria da República no Rio. O MPF pediu à Justiça a transferência para conta judicial de valores depositados em contas no Brasil e a venda de imóveis para restituir à União o patrimônio renunciado por réus em acordos de colaboração feitos pela operação Lava-Jato do Rio de Janeiro. O pedido, protocolado na 7a Vara Federal Criminal no Rio, inclui depósitos e valores em espécie em torno de R$ 137,5 milhões, além de 33 apartamentos, casas e terrenos em bairros valorizados do Rio e São Paulo, com valor estimado em R$ 92,8 milhões. No comunicado, o MPF lista alguns desses imóveis de Dario Messer, considerado o “doleiros dos doleiros” pela força-tarefa, e de sua ex-mulher, Rosane. Os imóveis do casal a serem objeto de leilão judicial incluem uma cobertura no Leblon (Av. Delfim Moreira, nº 1130), sete apartamentos e um terreno na Barra da Tijuca, e outros bens na Lagoa (casa), Copacabana (apartamento) e Leblon (duas salas comerciais), pertencentes a Dario Messer; e duas salas comerciais no Leblon e um apartamento em Ipanema, de Rosane Messer. Outro pedido, acrescenta o MPF, abrange imóveis de Rafael Libman no Rio – no Recreio (oito), Barra e Botafogo (três, cada) e Vila Isabel e Leblon – e de Mario Libman em São Paulo (dois apartamentos no Itaim Bibi e um na Vila Nova Conceição). Esse réu tem ainda uma lancha Coral 27 guardada em Angra dos Reis, estimada em R$ 150 mil. O casal Messer renunciou ainda a bens no Paraguai e nos Estados Unidos – países aos quais o MPF já formalizou pedido de cooperação internacional para o seu compartilhamento – e a obras de arte. O Tribunal Regional Federal da 2a Região (TRF-2), afirma o comunicado, julgará um recurso do MPF para tornar públicas dez telas de Di Cavalcanti, uma de Djanira e uma de Emeric Marcier, também já renunciadas. A 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro tinha ordenado o leilão dessas obras, mas o MPF recorreu “por considerar inestimável o valor desse patrimônio imaterial, que sugeriu ser doado ao Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), onde seriam expostas em benefício de toda a sociedade, conforme previsto no Código de Processo Penal”, conclui a nota.

Lewandowski dá 5 dias para Bolsonaro se manifestar sobre vacinação contra covid


Ministro anunciou que não irá decidir monocraticamente em liminar, mas submeter as ações diretamente à análise do plenário da Corte O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o presidente Jair Bolsonaro se manifeste em até cinco dias sobre sua política de vacinação. O despacho foi assinado no âmbito das ações ajuizadas por partidos políticos contra o governo federal depois que Bolsonaro dispensou a compra da vacina produzida pelo laboratório chinês Sinovac Biotech e se manifestou contra a imunização obrigatória. A Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) também deverão se posicionar sobre o tema, no mesmo prazo concedido ao presidente. Lewandowski anunciou que não irá decidir monocraticamente em liminar, mas submeter as ações diretamente à análise do plenário da Corte - o chamado "rito abreviado", previsto no regimento do tribunal. Entre as questões que serão discutidas está a competência dos Estados e dos municípios para determinar a vacinação compulsória da população e a obrigatoriedade de o governo apresentar um plano detalhado de sua política de imunização contra a covid-19. Ricardo Lewandowski Rosinei Coutinho/SCO/STF

Frederico Ferreira deixa XP Investimentos

A XP Investimentos confirmou a saída de um de seus sócios, Frederico Ferreira, que estava na companhia desde 2016. A movimentação foi reportada pelo colunista Lauro Jardim, de “O Globo”, e confirmada pela assessoria de imprensa da empresa. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Tribunal de NY aprova acordo da BRF para encerrar ação coletiva nos EUA

Empresa pagará US$ 40 milhões referentes a prejuízos relacionados à Operação Trapaça A BRF comunicou nesta sexta-feira, 23, que o acordo para encerrar uma ação coletiva movida por investidores que detém ADRs (American Depositary Receipts) da empresa nos Estados Unidos foi aprovado pelo Tribunal Distrital Federal da América, na cidade de Nova York. Pelo acordo, a BRF pagará US$ 40 milhões referentes a prejuízos relacionados à Operação Trapaça, um desdobramento da Operação Carne Fraca. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Mortes por covid-19 passam de 156 mil no Brasil

O Brasil registrou 566 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, segundo levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa junto às secretarias estaduais de Saúde. Com isso, o total de óbitos provocados pelo novo coronavírus atinge 156.528. A média móvel de novas mortes no Brasil na última semana foi de 471 por dia, uma queda de 22% em relação aos dados registrados em 14 dias, apontam os dados coletados pela imprensa. Os casos confirmados somam 5.355.650, sendo 29.968 diagnósticos contabilizados nas últimas 24 horas, de acordo com o balanço fechado às 20h. A média de novos casos nos últimos sete dias é de 22.011 por dia, uma baixa de 12% em relação aos casos registrados em 14 dias. Os dados divulgados pelo consórcio de imprensa foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar de forma colaborativa desde o dia 8 de junho para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal. Ministério da Saúde De acordo com o boletim do Ministério da Saúde, o Brasil registrou 30.026 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas. Com isso, o total de diagnósticos confirmados nas estatísticas oficiais sobe para 5.353.656. Os óbitos provocados pelo novo coronavírus totalizam 156.471 no país. Segundo os dados do Ministério, foram contabilizados 571 óbitos de ontem para hoje. Segundo o órgão, o último balanço, fechado às 17h30, aponta 4.797.872 pacientes recuperados da doença e 399.313 sob acompanhamento. São Paulo é o Estado com mais mortes (38.608) e casos confirmados (1.083.641) de covid-19. A Bahia é o segundo Estado com mais casos (342.526) e o Rio de Janeiro é o segundo com mais óbitos (20.115).

Anvisa libera importação de 6 milhões de doses da vacina Coronavac


Aplicação na população, no entanto, ainda depende de registro a ser analisado pela própria Anvisa A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou hoje a importação de seis milhões de doses já envasadas da vacina Coronavac – imunização produzida em parceria que envolve o Instituto Butantan e o laboratório chinês Sinovac. Segundo a agência informou, as doses estão liberadas para importação, mas não para serem usadas na população, pois isso requer registro da agência nacional. “Adicionalmente, a utilização do produto ficará condicionada à obtenção de seu registro sanitário junto à Anvisa. Por oportuno, necessário esclarecer que a carga ficará sob a guarda do Instituto Butantan, seu fiel depositário, mediante termo de guarda específico pertinente, que deverá mantê-la em suas instalações e em perfeitas condições de acondicionamento, até que seja autorizada a utilização”, descreve um dos anexos do processo deliberativo. A análise do processo relativo a esses seis milhões de doses já estava em andamento e foi concluída hoje pela manhã, em votação por meio de ferramenta eletrônica – chamado circuito deliberativo. A importação foi aprovada por unanimidade pelos cinco diretores da agência que participaram da decisão. Para a importação dos insumos, detalhou a agência ao Valor, a liberação depende de o Instituto Butantan responder a algumas pendências. Se as discrepâncias forem resolvidas com celeridade, a votação para trazer ao Brasil os insumos poderá ocorrer no dia 4 de novembro, quando haverá nova reunião da diretoria colegiada. Para acelerar, a votação poderá ser feita por meio da mesma ferramenta, explicou ainda a Anvisa. A parceria do governo paulista com a empresa Sinovac, por meio do Butantan prevê incorporação ao portfólio do instituto de 46 milhões de doses da Coronavac – as seis milhões já prontas com importação autorizada e as outras 40 milhões a serem produzidas em São Paulo, com os insumos que estão em análise desmembrada da agência. Vacina contra coronavírus da Sinovac Governo de São Paulo via Fotos Públicas