Notícias / Publicações

Veja aqui um clipping dos seguintes jornais online:

  • Valor Econômico

Itália aprova redução do número de parlamentares, diz boca de urna


Segundo a pesquisa, até 64% dos eleitores disseram “sim” à reforma constitucional em referendo Uma pesquisa de boca de urna divulgada nesta segunda-feira indica que os italianos aprovaram, em referendo realizado no domingo, a redução em um terço do número de deputados e senadores do país. Segundo a pesquisa, divulgada pela emissora RAI, entre 60% e 64% dos eleitores disseram “sim” à reforma constitucional para reduzir o número de parlamentares. Caso o resultado se confirme, o número de parlamentares cairá de 945 para 600 - no Senado, a redução será de 315 para 200; na Câmara, de 630 para 400. Sessão do Senado italiano - Parlamento da Itália Reprodução / Instagram A redução era uma das principais bandeiras do Movimento 5 Estrelas (M5S), que faz parte da coalizão governista e foi responsável por apresentar o projeto votado em referendo. A pesquisa também aponta que blocos de direita venceram ao menos três das sete eleições regionais realizadas em paralelo ao referendo. A esquerda, porém, deve continuar no poder na Toscana, impedindo uma vitória da Liga, de extrema-direita, liderada por Matteo Salvini. Liga e M5S eram aliados até 2019, mas a coalizão foi rompida após uma crise provocada por Salvini, que, na época, exigiu a convocação de eleições antecipadas. O MS5, então, uniu-se ao Partido Democrático, de centro-esquerda, em um acordo para manter Giuseppe Conte, indicado pelo partido, como primeiro-ministro.

Cade aprova aquisição por SK Hynix de parte da Kioxia

Órgão antitruste verificou que essa operação não gera preocupações concorrenciais A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a aquisição pela empresa multinacional SK Hynix, que atua globalmente em vários campos de negócios como energia, produtos químicos e farmacêuticos, telecomunicações, infraestrutura, logística e serviços, de participação indireta de 14,96% no capital da Kioxia. A companhia vendedora já foi conhecida anteriormente como Toshiba Memory Holdings Corporation e atua globalmente na pesquisa e desenvolvimento de memória flash conhecida como “NAND” e como “SSDs”. Segundo as empresas, a SK Hynix e a Kioxia se sobrepõem, em âmbito global, na fabricação e fornecimento dessa memória flash. Logo, a operação implica em integração vertical entre elas. Diante disso a tarefa do Cade é a de checar como esse negócio poderá afetar a competitividade com outras empresas que atuam neste setor. Baseada nesta medida a Superintendência deste órgão antitruste verificou que essa operação não gera preocupações concorrenciais, uma vez que não consiste em fusão entre as partes, mas somente em aquisição de participação minoritária, que está abaixo de 15% da companhia vendedora. “Ademais, cumpre ressaltar que as partes não possuem atividades produtivas no Brasil e que, mesmo no que diz respeito às exportações para o país, a atuação da SK hynix é pouco expressiva”, verificou a Superintendência. “Nesse sentido, entende-se que a operação não deve produzir impactos relevantes sobre o ambiente concorrencial do mercado interno.” Com base neste parecer, esse negócio foi aprovado. “Conclui-se que as condições de rivalidade presentes no mercado global de memória flash NAND são suficientes para disciplinar eventual exercício de poder de mercado pelas Requerentes no cenário pós-operação”, enfatizou o Cade.

Microsoft compra ZeniMax Media, de videogames, por US$ 7,5 bilhões


Negócio vai ampliar as operações de jogos da companhia de 15 para 23 estúdios A Microsoft vai comprar a ZeniMax Media, dona da empresa de videogames Bethesda Softworks, por US$ 7,5 bilhões em dinheiro, informou a Microsoft em comunicado. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Ibovespa recua e fica em 96 mil pontos com aversão ao risco global


Preços das commodities também merecem atenção dos investidores O movimento de aversão ao risco contamina os mercados globais nesta segunda-feira, diante do aumento de casos de covid-19 na Europa e escândalo no setor bancário. E no Ibovespa não é diferente, pressionado ainda pela baixa dos preços de commdities, como petróleo e minério de ferro. Perto de 11h30, o Ibovespa cedia 2,04%, aos 96.288 pontos. O giro financeiro estava em R$ 5,5 bilhões, e com projeção de registrar R$ 31,05 bilhões até o fim do dia. A convergência de fatores leva o Ibovespa a perder o patamar dos 98 mil pontos, considerado importante por analistas gráficos. Agora, perdido, pode acelerar as vendas rumo aos 94 mil pontos ou até mais abaixo, segundo análise do banco digital modalmais. O desempenho negativo dos negócios na bolsa brasileira ocorre em linha com o exterior, onde as bolsas asiáticas já fecharam em queda e os índices acionários na Europa e Estados Unidos trilham o mesmo caminho. Em Nova York, Dow Jones e S&P 500 recuavam mais de 2% enquanto o Nasdaq diminuía 1,8%. O principal ponto que diminui o apetite ao risco está na pandemia. O aumento de casos da covid-19 na Europa levanta preocupação de novos fechamentos das economias, ainda em recuperação. Nos Estados Unidos, pressão ainda vem do setor bancário, depois de uma megainvestigação de um consórcio de jornalistas internacionais revelar que grandes bancos podem ter movimentado US$ 2 trilhões em transações com dinheiro ilegal nas últimas duas décadas. A revelação coloca em cheque o comprometimento do setor na prevenção à lavagem de dinheiro. Entre os citados está o J.P. Morgan e o Bank of New York Mellon. As commodities também não trazem alívio. O petróleo é negociado em queda, com temor de novos confinamentos pela covid-19 e retomada da produção na Líbia. No Ibovespa, Petrobras ON e PN cediam 2,9%. Já PetroRio ON tinha baixa de 3,91%. Vale ON registrava baixa de 2,55%. No caso da mineradora, vale lembrar que hoje é o último dia para ter direito ao pagamento de dividendos no montante total bruto de R$ 2,4075 por ação. As ações serão negociadas sem direito à remuneração na B3 a partir de amanhã (22). Andre Penner/AP

Atividade do comércio tem 2ª maior alta do ano em agosto, diz Serasa Experian


Para economista, resultado sinaliza retomada do setor após fundo do poço em abril A atividade do comércio registrou a segunda maior alta do ano em agosto e a quarta consecutiva, de acordo com o indicador da Serasa Experian. A expansão foi de 5,3% ante julho, quando o crescimento foi de 4,3%, já considerando os ajustes sazonais. O resultado positivo ficou atrás apenas de junho, que apresentou expansão de 14,9%. Para o economista Luiz Rabi, da Serasa Experian, o resultado é bem importante, pois sinaliza a retomada do comércio. “Depois de bater o fundo do poço em abril, a economia agora vem reagindo e o varejo acompanha o movimento. Além disso, a redução da taxa de juros, as linhas de crédito disponíveis no mercado, a renegociação de dívida, o auxílio emergencial e a melhora na confiança do consumidor são elementos importantes que estão contribuindo para a retomada dos negócios. Lógico, a abertura do comércio a partir de maio também foi importante para esse cenário”, explica Rabi. Dado Galdieri/Bloomberg Quando comparado por segmento, o que mais cresceu de um mês para o outro foi o de móveis, eletroeletrônicos e informática, de 4,5% em julho para 7,0% em agosto. Em seguida aparece material de construção, de 0,7% para 2,7%, e supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas, de 4,7% para 5,6%. “O crescimento do setor de móveis, eletroeletrônicos e informática se deve principalmente ao aumento do trabalho em home office, pois as pessoas estão investindo na troca de equipamentos para conseguirem trabalhar com qualidade e conforto”, avalia Rabi. O indicador da Serasa Experian mostra, ainda, que a atividade do comércio teve a menor queda anual desde abril, de 12,0%. Embora o número seja negativo, ele corrobora a tendência mostrada na avaliação mensal, de que o setor está em suave recuperação, segundo a empresa.

Lufthansa anuncia mais cortes e baixa contábil de 1 bi de euros


A companhia alemã irá reduzir ainda mais sua frota de aeronaves Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Secretário defende garimpo em terras indígenas durante audiência no STF


Para Alexandre Vidigal, tema vem sendo “incompreendido de forma indevida e injustificada” O secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia (MME), Alexandre Vidigal, afirmou nesta segunda-feira que o projeto de lei (PL) que abre terras indígenas à mineração e à construção de hidrelétricas vem sendo “incompreendido de forma indevida e injustificada”. Ele falou durante audiência pública sobre o Fundo Clima, promovida pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Em resposta, o ministro Luís Roberto Barroso disse que, até a eventual aprovação pelo Congresso, “a mineração em terras indígenas é ilegal e precisa ser reprimida”. Vidigal discursou no lugar do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque. Ele afirmou que o PL prevê consentimento da comunidade indígena para atividades de mineração – e que há previsão constitucional para isso. Alexandre Vidigal, secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia Leo Pinheiro/Valor "Muitos índios não a querem, mas muitos a querem, e para esses há um direito constitucional que lhes está sendo negado. Não é o projeto que irá permitir o garimpo, mas prever procedimentos ao exercício desse direito", disse o secretário. Criticado por entidades como o Instituto Socioambiental (ISA) e a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), o PL prevê a mineração industrial, a geração de energia hidrelétrica e permite a exploração de petróleo e gás, o garimpo e o plantio de transgênicos em terras indígenas. "Estamos enfrentando e dando alternativas para resolver um grave problema de abandono a que as terras indígenas sempre estiveram submetidas", defendeu Vidigal. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), determinou, em fevereiro, que o texto fosse encaminhado à análise de uma comissão especial. Contudo, desde então, não houve outros procedimentos em sua tramitação.

Mourão diz que achar que vinda de Pompeo ao Brasil é campanha é 'desrespeitar povo americano'


O vice-presidente afirmou que não "viu nada demais" na visita do secretário de Estado americano Marcelo Camargo/Agência Brasil O vice-presidente Hamilton Mourão disse nesta segunda-feira que não "viu nada demais" na visita do secretário de Estado americano, Mike Pompeo, à fronteira brasileira com a Venezuela. Segundo Mourão, achar que isso é campanha política a favor do presidente Donald Trump é "desconhecer os Estados Unidos" e até "desrespeitar o povo americano". “Não acho [que Pompeo utilizou o Brasil para fazer campanha], campanha política deles tem que ser feita lá dentro dos Estados Unidos. Acho que isso é desconhecer os Estados Unidos e até não respeitar o povo americano, como se o povo americano fosse gado e fosse, vamos dizer assim, ter alguma vantagem do Mike Pompeo ir até lá, não tem nada demais nisso”, afirmou. Mourão disse que respeita as críticas do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e de ex-chanceleres, à vinda de Pompeo ao Brasil faltando menos de dois meses para as eleições americanas. Ele afirmou, no entanto, que o Brasil e os EUA sempre foram alinhados e que não vê "nada demais" na visita. “O pessoal criticou isso, eu respeito as criticas das pessoas, ex-chanceleres, o presidente da Câmara também, mas eu não vi nada demais nisso daí. Nós temos um alinhamento com os Estados Unidos desde a época da nossa independência, os EUA foram o primeiro [país] a reconhecer a nossa independência”, disse. O vice-presidente disse ainda que a situação na Venezuela é "mais que muito complicada" e citou relatório de comissão da Organização das Nações Unidas (ONU), que acusou o governo de Nicolás Maduro de crimes contra a humanidade. “A Venezuela é uma situação mais que complicada, vocês viram aí o último relatório da ONU, da Comissão de Direitos Humanos da ONU, sobre os crimes cometidos pelo governo venezuelano contra o povo venezuelano. Acredito que nenhum de vocês teve oportunidade de ir lá na Operação Acolhida, mas as pessoas que chegam lá chegam com a roupa do corpo, são as pessoas mais vulneráveis da Venezuela que fogem para o Brasil a pé”, disse. A vinda do representante do governo de Donald Trump, que esteve também no Suriname e na Guiana e seguiu para a Colômbia, teve como principal objetivo discutir a situação na Venezuela. A visita aconteceu a pouco mais de um mês da eleição presidencial americana, num contexto em que Trump busca os votos da comunidade latina do estado da Flórida, em especial cubanos e venezuelanos exilados, e em que se discute a participação ou não da oposição venezuelana nas eleições legislativas convocadas por Nicolás Maduro para dezembro. Desde janeiro de 2019, em coordenação com os EUA e países como a Colômbia, o Brasil reconhece o deputado opositor Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela. Imaginava-se que a pressão diplomática intensa, ao lado do aumento das sanções, levaria à queda de Maduro. No entanto, ele se manteve no poder com o apoio dos militares e de países aliados como Rússia, China e Turquia. Questionado sobre o discurso que o presidente Jair Bolsonaro deve fazer na Assembleia Geral da ONU, Mourão disse que Bolsonaro vai tratar dos esforços brasileiros para controlar os desmatamentos na Amazônia. “Vai mostrar, em princípio, aquilo que nós estamos fazendo: a criação do Conselho [Nacional da Amazônia Legal], a operação Verde Brasil II, os esforços do governo no sentido de combater as ilegalidades, não é simples, não é fácil, elas continuam a acontecer, infelizmente”, comentou.

BRFértil compra participação na misturadora de fertilizantes Andali

Com o negócio, empresa paranaense expande atuação na área de fertilizantes em MT A paranaense BRFértil adquiriu 26,5% das ações que estavam em mãos de investidores brasileiros na Andali S/A, joint venture com sede em Curitiba e unidade industrial em Rondonópolis (MT). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

IBGE lança painel interativo para apoiar municípios no combate à pandemia


Painel Covid-19 Síntese por Município tem informações do IBGE, Ministério da Saúde e Fiocruz O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou nesta segunda-feira um painel em sua página na internet com 24 indicadores de 5.570 municípios brasileiros para facilitar o planejamento de gestores públicos no enfrentamento da pandemia de covid-19. Chamado de Painel Covid-19 Síntese por Município, o espaço virtual reúne informações do IBGE, do Ministério da Saúde e da Fiocruz. São dados anteriormente divulgados como população vulnerável, sistema de saúde e acompanhamento da pandemia. Painel Covid-19 Síntese por Município Reprodução De acordo com o IBGE, os mapas interativos permitem selecionar uma localidade de interesse e visualizar, em um único ambiente, os 24 indicadores selecionados. Os dados também podem ser baixados para serem usados por outras plataformas. “O gestor municipal, e estamos falando em 5.570 municípios, tem uma ferramenta por meio da qual poderá encontrar todos os indicadores de interesse num único ponto, sem precisar ficar visitando diversos produtos”, disse Rafael March, coordenador de Geomática do IBGE. Os mapas interativos permitem, por exemplo, visualizar as estatísticas dentro de zonas de influência entre os municípios, o que contribuiu para a tomada de decisão de s gestores públicos sobre flexibilização ou não do isolamento social, explicou Maurício Gonçalves e Silva, analista de Integração da Produção de Geoinformação. “É possível ver alguns municípios cercados por uma borda, formando uma região em que as pessoas procuram acessar os mesmos municípios para atendimento de saúde. Por exemplo, não basta Niterói (RJ) estar bem, se São Gonçalo (RJ) ou o Rio de Janeiro (RJ) não estiverem. Para a decisão sobre se afrouxa o isolamento ou não, é importante que os municípios da mesma região consigam se enxergar”, disse. No caso da população vulnerável, por exemplo, o IBGE reúne informações de pessoas com 60 anos ou mais, a incidência de domicílios com três ou mais moradores por dormitório, localidades quilombolas e indígenas. Os dados são apresentados por municípios, dentro de mapas. “Cada categoria tem vários indicadores apresentados abaixo do mapa e com a informação de todas as fontes dos dados”, afirmou Aline Lopes Coelho, gerente de Integração da Produção de Geoinformações.

Ministro tcheco renuncia ao cargo após alta de casos de covid-19


Epidemiologista Roman Prymula, até então vice-ministro de Saúde, ocupará o lugar de Adam Vojtech Um dos países mais afetados pelo novo surto de covid-19 na Europa, a República Tcheca perdeu nesta segunda-feira seu ministro da Saúde. Adam Vojtech anunciou que deixará o cargo para que o país adote uma nova abordagem de combate ao vírus. Segundo o jornal “Financial Times”, o primeiro-ministro do país, Andrej Babis, anunciou que o epidemiologista Roman Prymula, até então vice-ministro de Saúde, ocupará o lugar de Vojtech. mattthewafflecat / Pixabay “Ele administrou a primeira onda do vírus de forma inacreditável”, disse Babis sobre o agora ex-ministro, em mensagem postada no Twitter. “Eu entendo que isso deva ter sido demais para ele, que ele estava enojado com a política, com a mídia e decidiu ir embora.” Na semana passada, a República Tcheca registrou mais de 2 mil novos casos da doença por quatro dias consecutivos. O número de casos por milhão de habitantes subiu para 172,8 na última semana, uma das taxas de infecções mais altas da Europa.

Kaplan, do Fed, diz que novo guidance pode criar fragilidades e excessos nos mercados


Dirigente da distrital de Dallas do BC americano diz que orientação dá aos investidores institucionais um sinal de que “você vai precisar correr mais riscos” A nova orientação futura ("forward guidance") do Federal Reserve (Fed) pode criar “fragilidades” e “excessos” nos mercados financeiros, disse o presidente da distrital de Dallas do banco central americano, Robert Kaplan, nesta segunda-feira. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Ministro diz que incêndio em florestas é resultado do aquecimento global


Marcos Pontes atribuiu as queimadas nas florestas brasileiras a fenômenos naturais Jorge William/Agência O Globo Em audiência hoje no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, atribuiu ao aquecimento global a culpa pelo aumento dos focos de incêndio em florestas brasileiras. "Logicamente, o aumento da temperatura do planeta causa uma melhor condição para que existam queimadas, ou seja, propicia um número maior de focos de incêndio no planeta inteiro, assim como a própria meteorologia, fenômenos como o El Niño, também interferem nos períodos de chuva e na maior incidência de queimadas", disse. Para Pontes, a solução para as mudanças climáticas e o aquecimento global "é uma responsabilidade do planeta inteiro, e não algo só do Brasil". Assim como o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, que falou antes de Pontes na audiência, as queimadas nas florestas brasileiras não podem ser atribuídas a uma omissão do governo, como alegam os partidos que impetraram a ação no Supremo. Segundo ele, dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam que queimadas são sazonais, variando seus índices conforme períodos de maior e menor precipitação, e tendo em conta o aumento da temperatura média do planeta entre os séculos 20 e 21. O ministro afirmou que o Inpe foi recentemente reestruturado para abarcar projetos estratégicos de monitoramento ambiental e que a ideia é "conseguir mais financiamento" para essas ações - uma das prioridades é o incentivo à bioeconomia, isto é, à fabricação de produtos em pequena escala a partir de ativos da Amazônia. "O governo tem intensificado as ações de monitoramento e desenvolvimento sustentável destinadas à mitigação e adaptação à mudança do clima e seus efeitos, à melhoria da qualidade de vida da população e à garantia da soberania e da preservação da Amazônia Legal", concluiu.

Trump diz que só aprovará acordo se Walmart e Oracle tiverem “controle total” do TikTok


No fim de semana, empresas disseram ter chegado a acordo para comprar 20% do app chinês O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira que só aprovará um acordo de venda das operações do aplicativo chinês TikTok nos Estados Unidos se Walmart e Oracle tiverem “controle total” da nova empresa. “Vai ser tudo controlado pela Oracle”, disse Trump em entrevista ao canal Fox News. “Se descobrimos que não temos controle total, então não aprovaremos o acordo. Estamos acompanhando bem de perto.” TikTok, aplicativo de vídeos curtos, China Anton Be/Pixabay Ao longo do fim de semana, Oracle e Walmart informaram que haviam chegado a um acordo para comprar 20% do aplicativo TikTok nos EUA, formando uma nova empresa batizada como TikTok Global. A Oracle seria responsável por armazenar os dados de usuários americanos no próprio país. Os 80% restantes continuaram sendo controlados pela chinesa ByteDance. No sábado, porém, Trump havia celebrado o acordo e dito que o aprovaria. “Será uma empresa totalmente nova. Não terá nada a ver com a China”, disse na ocasião.

Conselho da Simpar aprova recompra de 3,9 milhões de ações

Para intermediar o programa, a companhia contratou Bradesco, XP Investimentos, Santander e BTG Pactual O conselho de administração da Simpar, ex-JSL, aprovou o programa de recompra de ações, sem redução do capital social, com prazo de encerramento em 20 de março de 2022. Em 18 meses, a companhia poderá comprar até 3,9 milhões de ações, ou 6,3% do total de papéis em circulação, para manter o mínimo de 25% no mercado. Para intermediar o programa, a Simpar contratou Bradesco, XP Investimentos, Santander e BTG Pactual.